Lucro da cresce M. Dias Branco 152% no 1º tri, para R$ 37,8 milhões



Depois de perder participação de mercado em 2021, a fabricante de biscoitos, massas e farinha M. Dias Branco começa este ano voltando a crescer em volume, receita e lucro. O lucro líquido da empresa subiu 152% no primeiro trimestre, para R$ 37,8 milhões. A empresa é dona das marcas Piraquê, Vitarella e Adria.

Ante o mesmo período de 2021, a receita avançou 26,8%, para R$ 1,89 bilhão, enquanto o volume ficou 5,4% maior, somando 376 mil toneladas.

Esse ganho de receita está relacionado também, explica o vice-presidente de investimentos e controladoria, Gustavo Theodozio, ao melhor mix de produtos, com mais itens de melhor rentabilidade, e com reajuste de preços. O preço médio cresceu 20,3%, chegando a R$ 5 por quilo. Os produtos novos e de maior tíquete cresceram 25% ante os lançamentos de um ano antes.

“Janeiro começou mais fraco e foi ganhando tração em fevereiro e, especialmente, em março, que veio muito forte. Ritmo continuou assim em abril e agora em maio”, diz Theodozio.

Os custos dos produtos vendidos subiram 29,1%, especialmente pelo avanço dos preços do trigo, do óleo e do açúcar. Em reais, eles ficaram 27,5%, 29,3% e 37,7% mais caros, respectivamente, do que um ano antes. Se comparado com o trimestre imediatamente anterior, há recuo de 12,5% no custo do produto vendido.

O trigo, insumo cujos preços foram fortemente afetados pela guerra entre Rússia e Ucrânia, deve continuar com preços crescentes, mas sem grandes picos, segundo Theodozio. Falta da matéria-prima, porém, não é algo esperado por ele.

O lucro bruto cresceu 23,3%, para R$ 493,2 milhões, e a margem bruta permaneceu estável, em 26,1%, com retração de 0,7 ponto percentual. A margem total do período foi afetada pelo menor desempenho em janeiro, mas já houve melhoria em março. Do primeiro mês do ano para março, passou de 23,7% para 28,9%.

Com os preços das commotidies ainda sem sinais de recuos importantes, a empresa diz que seguirá olhando para o portfólio, para incluir itens de maior rentabilidade, e não descarta novos reajustes. “Continuamos com redução de redução de embalagens para captura preço e tem, ainda, previsões, se esse custo continuar subindo, de novas precificações.”

O objetivo da companhia é elevar a margem Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos depreciação e amortização) para algo entre 15% e 20%. No primeiro trimestre, o Ebitda cresceu 87,6%, para R$ 88,9 milhões, e a margem Ebitda ficou em 4,7%, 1,5 ponto percentual. Março foi o melhor mês do indicador, quando chegou a 10,1%.

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